segunda-feira, 7 de maio de 2012

A Escola tem Futuro?

Olá Pessoal

            Estou postando alguns pontos sobre o texto: A Escola tem Futuro? Abordados em sala de aula, na disciplina de Teoria do Currículo, Ministrada pela professora Maria Inês Galvez.

            Nesse capítulo Marisa Costa entrevista o estudioso e educador Alfredo Veiga neto, sobre algumas reflexões e análise que este tem feito sobre a escola.

            A escola continua sendo a principal instituição encarregada de formar o que chamamos de mundo moderno, o papel da escola esta envolvida na civilidade, ou seja, na transformação do homem. O elo entre sociedade moderna é a disciplinalidade é a capacidade de nos autogovernarmos mais e melhor, é dizer a si mesmo o que é certo ou errado.
            O descompasso entre a prática escola e as rápidas modificações espaciais e temporais que estão acontecendo no mundo é que costuma denominar “crise escolar”. O mundo mudou e continua mudando rapidamente sem que a escola esteja acompanhando tais mudanças. A escola foi fundamentada em práticas disciplinares e a sociedade esta se tornando uma sociedade de controle. E hoje a lógica do controle é mais importante do que a lógica da disciplina em termos escolar.
            O disciplinamento e o controle coexistem. Numa sociedade de controle e ao mesmo tempo competitiva os indivíduos mais disciplinados terão mais chances de sucesso. Uma escolarização desobrigada de práticas disciplinares estará abrindo mão de seu papel de ensinar precocemente o autogoverno.
            Segundo o autor  a escola tem futuro sim. Pensa nela como uma instituição que pelo menos garanta a manutenção das conquistas fundamentais da modernidade, mesmo reconhecendo os imensos impasses a que chegamos ao esgotamento do mundo moderno, é preciso reconhecer os tais avanços sociais, tecnológicos, políticos, e econômico.

Regina Oliveira




Referência:

A ESCOLA TEM FUTURO? - 2ª EDIÇÃO

MARISA VORRABER COSTA (ORG.) DP&A / LAMPARINA


domingo, 6 de maio de 2012

Teoria do Currículo - A escola tem Futuro?


Colegas,
No dia 20/04/12 realizamos um Seminário sobre o livro "A escola tem futuro?" de Marisa Vorraber Costa.

Iniciamos com o capítulo I - A escola Rouba a cena! Este capitulo fala sobre um estudo realizado pela professora Marisa em relação ao "desaparecimento da escola".

Segundo Marisa seu curioso interesse sobre tudo que diz respeito a escola acentuou-se, em parte, por ela estar envolvida com a realização e orientação de um conjunto de estudos que focalizam artefatos da cultura como filme, programas de TV, revistas, jornais, livros didáticos e de literatura infantil.

Nos últimos tempos, o desaparecimento ou substituição da escola, em contrapartida as mídias cinematográficas e televisivas têm-lhe dado destaques ímpar e crescente em suas tramas e narrativas.Filmes de Hollywood como O Substituto 1 e 2, teve grande repercussão no Brasil.
Também contado com algumas novelas na Rede Globo e SBT, onde a trama da novela gira em torno da escola como Malhação, onde o público alvo é as crianças e adolescentes, mostrando os diferentes alunos que compõem uma escola, as várias etnias e credos, diferenças sociais. Nas revistas como, por exemplo, a Veja e Isto É . A escola está ganhando espaço na mídia escrita.
A escola está desaparecendo por não haver verba suficiente para mantê-la em bom estado, profissionais capacitados, gestores e principalmente, pais dedicados. Mas não podemos reclamar, pois estamos recebendo ajuda dos meios televisivos para os problemas enfrentados, e a escola por todos os defeitos que tem, está ai viva e funcionando.
Carolina Barcala e Vanessa Martins

Teoria do currículo - Escola Básica na Virado do Século

 



Olá colegas, na aula do dia 13/04/2012 na disciplina de Teoria do Currículo, fizemos um Seminário sobre o livro Escola Básica na Virada do Século.
Iniciamos com o capítulo I: ESCOLA BÁSICA EM TEMPOS DE NEOLIBERALISMO

Como parte introdutória temos o ensaio de Michael Apple que contribuiu para tornar mais explicitas e compreensíveis às razões que nos levaram para a temática da escola básica, quanto para o tipo de abordagem desse seminário que começamos com a pergunta: Por que a Faculdade de Educação, nos seus 25 anos recoloca em debate a escola básica?
Como uma justificativa é que a escola básica, num país como o nosso com tantas desigualdades e injustiça social a que assistimos hoje é sempre um problema e um grande desafio, sendo essa já uma razão muito forte, pois temos que examinar a escola básica numa época muito especial porque diz respeito a um tempo que deve haver transformações profundas, pois problemas graves se apresentam com configurações inesperadas.
Quando nos preocupamos com a escola básica, à vemos como uma esfera em que estão em jogo as articulações políticas, sociais e econômicas imbricadas na produção e disseminação dos códigos culturais hegemônicos. Lidar com essa escola significa envolver-se com elementos e dispositivos em que estão implicados o poder e suas múltiplas conexões com o saber.
Apple tem nos ajudado a compreender que, como professores engajados não podemos esquecer nenhuma das reflexões que têm permitido ampliar e aprofundar nossa participação nessas lutas.
Ao reconhecermos a escola como conectada às relações de dominação e exploração que caracterizam a sociedade é também preciso reconhecer seriamente, a complexidade da problemática do poder.
Apple chama nossa atenção para a importância teórica e política de nos voltarmos para as abordagens pós-modernas sobre esta questão. Conforme ele diz às mudanças que ocorrem em muitas sociedades expõem como crucial perceber a complexidade do nexo entre o poder e conhecimento. Ele alerta que ao nos precavermos contra o perigo das metanarrativas não podemos passar a agir como se o capitalismo, as diferenças de classe e uma interpretação política do mundo deixassem de ter importância.
A frase que encerra um dos seus últimos ensaios publicados entre nós é uma bela expressão de seu pensamento atual: “ O mundo pode ser um texto, mas alguns grupos parecem ser capazes de escrever suas sentenças sobre nossas vidas com mais facilidade que outros.”
Parece que avaliar as contribuições pós-modernas ou pós-estruturalistas como “politicamente incorretas” ou negligenciá-las, não aliviaria nossas consciências, e muito menos, na tentativa de encontrar uma alternativa para os impasses sociais que têm nos desafiado. Para vermos com outros olhos esse contexto não é preciso jogar fora convicções teóricas e políticas mas é preciso ter coragem de tirá-las do altar intocável dos mitos e testar sua atualidade e fecundidade no mundo cotidiano das relações entre homens, mulheres, natureza, índios, negros, europeus, latino-americanos, etc, e tantas outras identidades quantas o nosso planeta foi e continua sendo capaz de gestar.
O neoliberalismo não encontraria tantos adeptos e não invocaria tanta legitimidade em sua retórica se, com ela, não estivessem alinhados os discursos poderosos que ajudaram a erigir as “certezas” e as “verdades” modernas. Já é mais do que tempo de duvidar delas.
Apple não se veria como um pós-modernista, apesar de sua reflexão hoje estar impregnada de teorizações possibilitadas por aquele campo discursivo. Seu trabalho estaria inclinado para o que Silva (1993) chama de campo político cultural no qual a Educação, a Pedagogia e o Currículo são tomados como espaço de luta e conflito simbólicos por imposição de significados e hegemonia cultural.
Ele mostra sua indignação expressa em suas próprias palavras: “Não posso aceitar uma sociedade em que mais do que uma entre cada cinco crianças nasce na pobreza, condição essa que esta se agravando dia-a-dia. Tampouco posso aceitar como legítima uma definição de educação que estabeleça como nossa tarefa a preparação de alunos para funcionar sem problemas nos “negócios” dessa sociedade. Nações não são empresas. E escolas não fazem parte de empresas, para ficarem eficientemente produzindo em série o “capital humano” necessário para dirigi-las”.
Carolina Barcála e Vanessa Martins









POLITICAS EDUCACIONAIS

Oi pessoal,estou postando um dos temas trabalhos na disciplina de Politicas Educacionais, onde achei bem interessante que é sobre o Conselho Nacional de Educação.

O QUE É?


O atual Conselho Nacional de Educação-CNE, órgão colegiado integrante do Ministério da Educação, foi instituído pela Lei 9.131, de 25/11/95, com a finalidade de colaborar na formulação da Política Nacional de Educação e exercer atribuições normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro da Educação.

MISSÃO:

O CNE tem por missão a busca democrática de alternativas e mecanismos institucionais que possibilitem, no âmbito de sua esfera de competência, assegurar a participação da sociedade no desenvolvimento, aprimoramento e consolidação da educação nacional de qualidade.

ATRIBUIÇÕES:



As atribuições do Conselho são normativas, deliberativas e de assessoramento ao Ministro de Estado da Educação, no desempenho das funções e atribuições do poder público federal em matéria de educação, cabendo-lhe formular e avaliar a política nacional de educação, zelar pela qualidade do ensino, velar pelo cumprimento da legislação educacional e assegurar a participação da sociedade no aprimoramento da educação brasileira.

Compete ao Conselho e às Câmaras exercerem as atribuições conferidas pela Lei 9.131/95, emitindo pareceres e decidindo privativa e autonomamente sobre os assuntos que lhe são pertinentes, cabendo, no caso de decisões das Câmaras, recurso ao Conselho Pleno.

COMPOSIÇÃO:

Presidente do Conselho Nacional de Educação:

• Antônio Carlos Caruso Ronca

Conselheiros da Câmara de Educação Superior:



• Paulo Speller (Presidente da Câmara)

• Gilberto Gonçalves Garcia (Vice-Presidente da Câmara)

• Amaro Henrique Pessoa Lins

• Ana Dayse Rezende Dorea

• Antônio de Araújo Freitas Júnior

• Antônio Carlos Caruso Ronca

• Arthur Roquete de Macedo

• Maria Beatriz Luce

• Milton Linhares

• Paschoal Laércio Armonia

• Paulo Monteiro Vieira Braga Barone

• Reynaldo Fernandes

Conselheiros da Câmara de Educação Básica:

• Francisco Aparecido Cordão (Presidente da Câmara)

• Adeum Hilário Sauer (Vice-Presidente da Câmara)

• Antônio César Russi Callegari

• Clélia Brandão Alvarenga Craveiro

• José Fernandes de Lima

• Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva

• Maria Izabel Azevedo Noronha

• Mozart Neves Ramos

• Nilma Lino Gomes

• Raimundo Moacir Mendes Feitosa

• Regina Vinhaes Gracindo

• Rita Gomes do Nascimento

COMPOSIÇÃO DAS CÃMARAS:

As Câmaras de Educação Básica e de Educação Superior, que compõem o Conselho, são constituídas cada uma, por doze conselheiros, sendo membros natos em cada Câmara, respectivamente, o Secretário de Educação Fundamental e o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, nomeados pelo Presidente da República.

VANESSA MAIDANA

sábado, 5 de maio de 2012

Planejamento e Projeto Político Pedagógico



Olá Pessoal!
Organizei um pequeno resumo sobre o que estudamos na disciplina de Planejamento e Gestão Educacional, Ministrada pela professora Ana Maria Beltrão Gigante.

Planejamento e Projeto Político Pedagógico

Planejamento: É o conjunto de sonhos, idéias, desejo, se programar, se organizar.

Planejar: Idéias definidas, formalizadas, colocadas no papel. É antecipar mentalmente uma ação a ser realizada
.
Planejamento Educacional: Processo contínuo que atenda tanto a necessidade da sociedade, quanto ao do individuo
.
Planejamento Curricular: Processo de tomadas de decisões sobre a dinâmica da ação escolar.

Planejamento de Ensino: Processo de decisões sobre atuação concreta dos professores, no cotidiano do seu trabalho pedagógico, interação entre professores e alunos
.
Planejamento Escolar: É o planejamento global da escola, envolvendo processo de reflexão, de decisões sobre a organização, o funcionamento e a proposta pedagógica da instituição.

Planejamento Político Social: Serve para situações de crise e em que a proposta é de transformação.

Planejamento Operacional: Aborda cada aspecto isoladamente e enfatiza a técnica, os instrumentos centralizando-se na eficiência e na busca da manutenção e do funcionamento sendo sobre tudo tarefa de administradores
.
Plano: É um guia e tem a função de orientar a prática. Ele é a formalização dos diferentes momentos do processo de planejar que por sua vê, envolve desafios e contradições.

Plano Nacional de Educação: É onde se reflete toda a política educacional de um povo.

Plano Escolar: É onde são registrados os resultados do planejamento da educação escolar.

Plano de Curso: É a organização de um conjunto de matérias que vão ser ensinadas e desenvolvidas em uma instituição educacional durante o período de duração de um curso.

Plano de Ensino: É o plano de disciplinas de unidades e experiências propostas pela escola, professores, alunos ou comunidade.

Intencionalidade- Fenômeno mental ou a sua expressão

Regimento- Exigência legal para o funcionamento da escola, através de anos, ciclos, períodos, semestres, etc..

Temas geradores- usado no método de alfabetização, é o pensamento do homem, sobre a sua realidade e sua ação.

Rede Temática- É um distanciamento e uma reeleitura coletiva da realidade em que a escola esta inserida.

Projeto: É um documento, produto do planejamento, pois nele são registradas as decisões mais concretas de propostas futuristas.

Projeto Pedagógico: Visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de uma forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e participativa.

Projeto Político- Pedagógico: É uma maneira de situar-se num horizonte de possibilidades. Necessita ser feito um documento para circulação, socialização e análise permanente.

Marco Referencial – É a posição da instituição em relação a sua identidade, visão de mundo, utopia, valores, objetivos, compromissos. Indica “rumo”, o horizonte, a direção que a instituição escolheu. Ele divide-se da seguinte forma:

·         Marco Situacional- É a visão de onde estamos, e onde queremos chegar.

·         Marco Doutrinal ou Filosófico- É a visão de que tipo de homem queremos formar.

·   Marco Operatório- Diz respeito à organização das ações da coletividade escolar. Administrativa: escola e organização, pedagógica trabalho professor- aluno e comunitária: a sociedade.

Programação: São ações pedagógicas completas para a transformação da realidade. É uma visão de tudo que vai acontecer e a forma como vai acontecer.

Diagnóstico: É a constatação das necessidades e a visão de como a escola esta, e o que falta para que ela alcance os objetivos traçados.

Conceito de participação: Participação é trabalhar em conjunto, no sentido de formação de grupo, requer compreensão dos processos grupais para desenvolver competências que permitam realmente aprender com o outro e construir de forma participativa.


Referencias:



Texto: resignificando a Prática do Planejamento Político Pedagógico. In: VASCONCELLOS, Celso. Planejamento: Projeto de Ensino-Aprendizagem e Projeto Político- Pedagógico. São Paulo: Libertar Editora, 2007.

Exploração do artigo: RODRIGUES, Maria Bernadete Castro. Planejamento em busca de caminhos. In XAVIER; Dalla Zen (org.). Planejamento em destaque: análises menos convencionais. Porto Alegre: Mediação 2000.

Seleção de ideias relevantes do texto: ZABALA, Antoni. A prática educativa: como ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998 (p. 139-165).

Exploração do artigo: LEAL,Telma: ALBUQUERQUE, Eliana de; MORAIS, Artur. Avaliação e aprendizagem na escola: A prática pedagógica como eixo de reflexão. In Beauchamp; Pigel; Nascimento. Ensino Fundamental de 09 anos. Brasília: Ministério da Educação, Secretária da Educação Básica, 2007. De


Regina Oliveira




A Cidadania após a redemocratização



Olá pessoal!

            Achei muito interessante esse texto, que trabalhamos na disciplina de Políticas Educacionais I;  ministrado pelo Professor José Luiz Novais.


A Cidadania após a redemocratização

O autor mostra nesse capítulo um pouco da história política do nosso país. Em 1988 foi redigida e aprovada a constituição mais liberal que o país já teve. Em 1989, houve a primeira eleição direta para a presidência da República.
Fernando Collor, o candidato mais novo à presidência da república se apresentou como salvador da pátria, sendo assim eleito pelo povo. Logo ele mostrou estar despreparado para o cargo, era arrogante e autoritário.
Dois anos e meio depois de sua posse por estar envolvido em grandes esquemas de corrupção, o povo e toda a nação brasileira, principalmente os estudantes, conhecidos até hoje como os caras- pintadas saíram às ruas em manifesto pedindo e conseguindo o impeachment do então presidente.
A Constituição de 1988 foi liberal no critério de idade ao voto, antes só aos 18 anos podia votar, depois foi baixada para 16 anos. .
Em direito sociais o autor fala sobre o índice de mortalidade infantil que caiu. Também caiu o analfabetismo de jovens de 15 anos, sobre a previdência social; a elevação do salário mínimo para o trabalhador rural, mas o problema do déficit persiste para os aposentados, a maior dificuldade é a grande desigualdade social e econômica, porque a riqueza nacional concentra-se nas mãos de poucos brasileiros.
Em direitos civis, ele relata a liberdade de expressão de imprensa e de organizações, e a Constituição de 1988 que inovou criando o direito de habeas data, definiu também o racismo como crime inafiançável e imprescritível, ordenou a Lei de Defesa ao Consumidor para protegê-lo, Criou o Programa Nacional de Direitos Humanos para proteger os direitos do cidadão, Juizados Especiais de Pequenas Causas Cíveis e Criminais para resolver pequenas inflações e agilizar os processos.  
Conclui que os progressos feitos são inegáveis, mas, lentos e não escondem o longo caminho que ainda falta percorrer. A democracia política não resolveu os problemas econômicos mais sérios, como a desigualdade social e o desemprego. A sociedade passou a se organizar para garantir os direitos e os privilégios distribuídos pelo Estado.


REFERÊNCIA:
Carvalho, José Murilo de; Livro: A Cidadania após a redemocratização. Cidadania no Brasil: o longo caminho.  RJ: Civilização Brasileira, 2008.

Regina Oliveira

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Trabalho Maria Montessori

OLÁ PESSOAL!!!

      Estou postando uma foto que registramos no momento da apresentação do nosso trabalho na disciplina de História da Educação II ministrada pela Professora Maria Inês, nesta foto estamos demosntrando didaticamente a lição de três tempos, simulando as aulas baseadas na Teoria Montessoriana contextualizando nossa apresentação sobre a sua biografia, seus métodos, organização de seus materias e eles próprios.


Na foto: da esquerda para direita- Regina Aquino, Aline Mibach e Sheila  Lopes