quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Currículo Multiculturalista


Realizamos este trabalho partindo da leitura do livro "Documentos de Identidade: Uma introdução ás teorias do currículo" do autor Tomaz Tadeu. Na disciplina Teoria do Currículo com a Professora Maria Inês Galvez Ruiz Costa. 

Alunas: Rayssa Mathos, Aline Nunes, Genessi Souza e Fernanda Marinho.

Boa leitura :)



P.S: O vídeo do fechamento se encontra no final da postagem
















video


Cérebro emocional disciplina:processos neurologicos















Trabalho da disciplina Processos Neurológicos- O time da emoção

Alunas: Fernanda Assis, Luana Waldow











Trabalho sobre a Neuroquímica do Stresse

Alunas: Fernanda Assis, Luana Waldow.











ALUNAS: Fernanda Assis, Ana Paula, Vanessa Nunes, Luana W.
DISCIPLINA: História da Educação II
Professor: José Luis
Trabalho feito em aula, sobre o CAPITULO 9, Século XIX- a educação nacional

O fenômeno da urbanização acelerada, decorrente do capitalismo industrial, criou forte expectativa com respeito à educação, pois a complexidade do trabalho exigia melhor qualificação da mão de obra.
Na Inglaterra, por tradição o Estado tinha pequena intervenção, e a educação continuou como função da sociedade civil, onde as Igrejas ou fundações particulares subvencionavam.
A partir de 1830 o Estado implantou medidas para exercer maior controle sobre o ensino público, que de início foram frequentadas por crianças das classes ricas. Em meados do século XIX, auxiliou essas escolas e pronuncio-se sobre a obrigatoriedade do ensino e a exigência de gratuidade.
O socialista utópico Robert Owen (1771-1858), impressionado com as condições de vida dos operários ingleses, fundou escolas para os filhos dos trabalhadores, a escola dominical.
Com o crescimento industrial, a sociedade necessitava da ampliação da alfabetização, e surgiram diversas propostas. Bell(1753-1832) e Lancaster (1778-1838),  aplicaram o ensino mútuo, ou sistema monitoral, onde o professor não ensina todos os alunos, mas prepara apenas os melhores que por sua vez atendem a grupos de colegas. Para que o sistema funcionasse, havia rígida disciplina. Esse processo barateava os custos, os resultados não eram os melhores, já que os monitores eram escolhidos entre os alunos. Assim comenta a professora Maria Helena Camara Bastos: “As críticas formladas ao método monitorial/mútuo centram-se na incompetência dos monitores, na maioria das vezes incapazes de fornecer explicações complementares, ou de adaptar-se ao nível de compreensão de seus colegas.”

Em todo caso, a ideia entusiasmou muita gente por algum tempo, também ora da Inglaterra, como na França, nos Estados Unidos e inclusive no Brasil, onde várias leis de diversos estados estimularam a adoção do método ensino mútuo ou monitoral, durante o período monárquico.

Aluna: Fernanda Assis de Souza 
Disciplina: Políticas Educacionais I 
Conclui após a leitura do texto que direitos humanos são direitos e liberdade básica de todos os seres humanos, podendo se estender a liberdade de expressão e pensamento.
O texto mostrou a constituição de 1988, que consagrou a tarefa de educar e ser educado, porém precisa ter a colaboração tanto da sociedade, quanto do Estado, para que os direitos humanos fundamentais poderem alcançar a efetividade. Tanto que na declaração Universal, que a carta brasileira nos fala, que a educação é direito de todos e dever do Estado e da família, tem que ter a colaboração da sociedade para o desenvolvimento do sujeito, exercendo a cidadania.
Então com base no texto existem três fatores que são; direitos humanos, cidadania e a educação, que poderá fazer com que tenhamos um Estado Democrático. Pois teremos então o exercício dos direitos e liberdades fundamentais decorrentes da condição do ser humano.
A educação em direitos humanos tem por princípios passar a ética fundamental, orientando as ações das gerações presentes e futuras, sempre visando reconstruir os direitos e a cidadania no país.
E tenho a percepção que para termos uma cidade, um município, um país... constituídos fortemente, com uma boa educação, não podemos deixar nunca de passarmos os valores corretos aos alunos, pois dentro da sala de aula, não é só a função de passar conteúdo que cabe a um educador, e sim passar lições de moral e ética, tentando sempre construir cidadãos mais coerentes e bem instruídos.
Trabalho realizado pela aluna Nailde Lima de Almeida, sobre o tema Cidadania, na cadeira de Políticas Educacionais I:


Cidadania, conceito de que os deveres e direitos devem ser exercidos pelos cidadãos, porém as pessoas parecem não serem educadas para exercê-la de maneira correta.

Exemplo disso são os políticos, eles fazem as leis, mas não cumprem o que está determinado por eles mesmos, agem de uma forma errada sem pensar que um dia eles poderão ser julgados e até mesmo condenados por irregularidades.

A questão da universalidade do voto tratou de inserir mais pessoas como aptos a votar, concedendo o direito do voto aos semi analfabetos e classes ditas errôneamente como desabilitadas, mas não tratou de formar essa massa  populacional em exercedores efetivos do voto, a começar por ser condição obrigatória votar e de outro modo, não favorece o conhecimento dos candidatos pela população, candidatos que por seu turno, também são despreparados para o exercício de cargos públicos. Outro agravante, é a representatividade do voto por estados (peso do voto) os estados do norte e nordeste sendo pequenos e em maioria representam mais em número de representantes, não se levando em conta o número populacional, limita assim, a representatividade de estados do centro oeste e sul do país mais populosos.

Fernando Collor de Melo foi eleito Presidente do Brasil, e embora fosse vinculado as elites políticas mais tradicionais ficou pouco no poder pelas denúncias contra ele, e assim a maioria da população brasileira se uniu e pediu seu afastamento, isto foi um ato de cidadania. Porém ninguém fala naquilo que ele fez de bom em seu mandato, que foi acabar com os Marajás, isso prejudicou aqueles que sentiam-se poderosos principalmente no serviço público.

A corrupção se alastra de forma assustadora, meios políticos e forças de guarda da cidadania - militares e civis são mantidas de forma segmentada pelos estados de forma divergente da sua real função, com o fim precipuo de não oferecer os serviços da função para que vieram, dirigindo-se muitas vezes para a criminalidade.

Poucas iniciativas surgem de uma população ainda caracterizada por poucos abastados dominadores e detentores da renda nacional, e a maioria da população dominada pela baixa renda e dificuldade ao que é básico, como: ensino e saúde, princípios básicos da carta magna de 1988. Em resumo, a massa populacional não encontra respaldo para reinvindicar seus direitos, por falta de conhecimento dos mesmos ou por medo de represália ao exercê-los. Isso forma uma roda-viva de dominadores e dominados, a elite burguesa dominadora se resguarda em sua redoma de proteção, e o cidadão comum não se desvencilia da sua condição desfavorecida, baixa renda, dificuldade de acesso à formação justamente por baixo recurso financeiro. Essa roda-viva é retroalimentada constantemente evitando a quebra de seu círculo vicioso que podemos chamar de: Roda-viva da manutenção do cabresto da evolução do país.

A Cidadania é um direito de todos, porém falta a educação como principal referência do indivíduo, educação essa, que deve ser dada em casa e tem a mesma continuada na escola.

O Brasil é um país de pessoas inteligentes, tanto para o bem como para o mal, mas parece que os governantes não estão interessados em fazer algo para reverter o mal, como por exemplo, combater o tráfico de drogas, pois todos sabem que a droga hoje é considerada como sendo a vilã dos homicídios, roubos, assaltos, entre outros.

Precisamos de políticas educacionais, onde o professor ao chegar na escola tenha a liberdade de falar e mostrar aos alunos o que faz a droga no cérebro do indivíduo, e que mal faz. Também os Direitos Humanos deveriam atuar nas escolas, dando palestras e mostrando o caminho certo para esses indivíduos se tonarem uns verdadeiros cidadãos do amanhã.

Estamos em época de Campanha Política, mas na verdade não se ouve falar em campanha contra as drogas, deveria ser vinculada na tv de forma gratuíta nos intervalos principalmente de novelas, que é uma das programações  mais assistidas pela população, e seria um ato de ciadadania.