quinta-feira, 14 de junho de 2012
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS
FACULDADE SÃO JUDAS TADEU
Professor: José Luiz / Disciplina: Políticas Educacionais
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS...
Todos nascem livres, mas nem todos conseguem viver uma vida livre, adquirem conhecimentos conforme a cultura de seu povo tornam-se cidadãos. Gozam os mesmos direitos, porém enfrentam realidades bem diferentes.
São muitas as situações que levam uma pessoa a desanimar e parar de lutar mesmo vivendo em um regime político democrático torna-se difícil acreditar que existem leis apoiando o individuo que vive o desemprego, a fome, a violência, o vicio que inibe o cidadão, o levando a agir automaticamente conforme o desejo de líderes políticos.
Entre os muitos bons artigos da “Declaração Universal dos Direitos Humanos” alguns mais interessantes, talvez por serem as maiores deficiências do país. O parágrafo II é muito bonito é um amparo que serve de consolo para acreditar em uma conscientização se não agora no presente ao menos no futuro. Se fosse respeitado todo o ser humano independente da cor, raça, religião, classe social, o bulling não seria uma preocupação tão grande.
O artigo V diz que ninguém será submetido à tortura, castigo cruel, desumano ou degradante, torna-se no mínimo curioso um país que aprova uma lei que proíbe a palmada, mas perde todos os dias tantos e tantos jovens torturados, escravizados, massacrados por traficantes, porque é tão difícil para o estado tomar uma atitude drástica para mudar este quadro? Se o adolescente é considerado semi-imputável, tem direito a vida, proteção, educação, porque não reverter esta situação?
Sendo a família o núcleo natural e fundamental da sociedade é gritante a necessidade de transmitir conhecimentos que possam impedir esta atual inversão de valores que tendem a extinguir a instituição família.
“Educação para todos” em dias de extrema necessidade de conhecimento para o mercado de trabalho ou para a melhor formação de um cidadão o apoio do estado é fundamental para que a educação esteja ao alcance daqueles que a buscam.
O conhecimento é a única maneira de formar cidadãos conscientes de seus direitos e obrigações, construindo assim um mundo melhor para se viver. Cada um fazendo sua parte, contribuindo para enriquecer ainda mais o nosso país.
Atividade da aula 3 / Data:13/03/2012
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Seminário sobre o livro: A escola básica na virada do século
Disciplina: Teoria do currículo
Capítulo: a escola e a pluralidade dos tempos e espaços
Capítulo: a escola e a pluralidade dos tempos e espaços
O tempo e o espaço na escola são
fatores culturais. Exemplo disso é a constituição do ambiente escolar que
acontece ainda hoje da mesma maneira que antigamente. Alunos sentados uns atras
dos outros, posisão do professor em sala de aula (podendo observar a todos), a
chamada, o sinal dando a noção do tempo.
Todos esses fatores estão
representando um currículo, que pode ser até oculto, mas é sempre presente no
espaço escolar. A construção do prédio, a fachada, os simbolos religiosos ou a
ausencia destes, são aspectos físicos de uma escola que também simbolizam o seu
currículo. Esses elementos falam por si, e sinalizam o que aquele escolar
pretende, ou melhor, que sujeito esta escola pretende formar.
Para tal fim é necessário haver
corpos e mentes escolarizados, capazes de bem conviver socialmente , honestos e
virtuosos – mas todas essas qualificações teriam e têm multiplos significados,
de acordo com os diferentes sujeitos. A passagem pelos bancos escolares deixa
marcas. Permite que se estabeleçam ou se reforcem as relações ou distinções
entre os sujeitos. Ali se adquire todo um jeito de ser e de estar no mundo.
Também não precisamos pensar em
grandes eventos para compreender onde e como se dá a escolarização. Ao
contrário disso, é no dia a dia comum, nas ações rotineiras e aparentemenre
banais, que a escola produz e reproduz os sujeitos nas suas diversidades e
desigualdades. É também nesses espaços cotidianos que os sujeitos constroem
suas respostas, suas resistências e adesões, fazendo-se a si mesmos.
Alguns desses processos podem estar
se trasnformando e, aparentemente, estão. Mas a escola se constitui, ainda, em
nossa sociedade, num espaço e num tempo especiais para a produção dos sujeitos,
para a transformação de meninos e meninas em homens e mulheres. O que ela faz
do período de tempo que dispõe e dentro dos limites de seu espaço e o que nós,
professoras/es e estudantes, fazemos dentro dela tem portanto, relevancia: pode
fazer diferença, pode abrir ou fechar possibilidades na construção de uma
sociedade mais ou menos igualitária.
Aluna: Bianca Aline Silva
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Seminário sobre o livro "a escola tem futuro"? Disciplina Teoria do Curriculo
Texto VII: A analise das contradições presentes na escola pode nos ajudar a transforma-la num espaço de formação ampliada.
Segue abaixo trecho da entrevista com Selma Garrido Pimenta, professora e diretora da Faculdade de Educação da USP.
"... que sentido faz a escola? Eu diria que ela não está fazendo sentido para a população, mas precisa vir a fazer. É preciso haver escola? É! Mas precisamos modifica-la significativamente. Todos nós do sistema de ensino. Porque é preciso que ela permaneça? Porque é o único espaço organizado para possibilitar o desenvolvimento das camadas populares. Mas ela não esta dando conta disso.
Precisamos deixar muitas das nossas certezas sobre como ensinar e como aprender, para começar a pensar sobre como se transforma a escola num espaço de formação ampliada, de uma formação que eu chamaria cultural, porque não se pode abrir mão da necessidade de crianças e jovens serem alfabetizados. E o que significa ser alfabetizado hoje, neste mundo em que vivemos? Acho que todas as pesquisas que vêm sendo realizadas com as escolas já mostram indicadores nessa direção.
Não é por acaso que hoje se está mexendo na formação de professores no ensino superior. Curiosamente, estamos recebendo demandas de outras faculdades aqui na USP, que dizem não estarem dando conta dos desafios e que nós, da Faculdade de Educação, temos que ajudá-los. Parece que o "furo é mais embaixo", ou seja, na hora que se mexe nisso, vê-se que não é ali o problema, e assim por diante. É um modelo que está em crise. Um modelo de organização, de currículo, de relação professor-aluno, de processo de ensino-aprendizagem, de relação com o conhecimento cientifico, de paradigma da ciência e de relação com a sociedade."
Bastante interessante como a entrevistada neste trecho responde a questão central do livro: " a escola tem futuro?". Assim como ela eu acredito que sim, porém para isso será necessário modificá-la. E o primeiro passo para isso, está em conhecermos esse aluno que hoje esta presente na escola, ele com certeza mão é o mesmo que a muitos anos atras. A tecnologia e a velocidade com que as coisas acontecem provam isso. Porém a escola, permanece imóvel a essas mudanças, seus métodos de ensino, a relação professor-aluno, os conteúdos abordados são os mesmos, e a muito tempo.
O que a Selma chama de "formação cultural" ao meu ver passa por isso. É necessário conhecer a sociedade e a cultura que nos cercam, para formar alunos para tal propósito. A formação de professores tem que levantar tais questões.
A escola não pode se fechar em si, porque tudo o que acontece no mundo lá fora "respinga" dentro da mesma. E sem conhecimento prévio do que está acontecendo, fica muito mais difícil lidar com o que até então é desconhecido.
Aluna: Bianca Aline Silva
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Politícas Educacionais I
Olá Pessoal!
Gostaria de compartilhar com vocês minha atividade que foi proposta pelo Professor José Luis na disciplina de Políticas Educacionais I, sendo esse assunto um tema instigante, mas desejaria que vocês possam apropriar-se desse assunto que é ética e cidadania.
Programa Ética e Cidadania
Após analisar o tema proposto, dediquei-me a buscar na internet o material necessário para o desenvolvimento do tema. Os sites pesquisados, encontram-se no final do texto.
Primeiramente, me detive em tentar entender o que é realmente o Programa Ética e Cidadania - Construindo Valores na Escola e na Sociedade. No sitio do MEC obtive a seguinte resposta: “... é o reflexo desses compromissos e o campo no qual se espera consolidar práticas pedagógicas que conduzam à consagração da liberdade, da convivência social, da solidariedade humana e da promoção e inclusão social.”
Complexo. Melhor dizendo, muito complexo.
Diante de tanta complexidade, antes de adentrar no tema proposto, decidi buscar a conceituação básica das expressões ética e cidadania.
Segundo a Wikipédia, ética é o nome geralmente dado ao ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais. Já cidadania (do latim, civitas, "cidade") é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.
Com esses conceitos especificados, consegui entender um pouco mais o objetivo de tal programa.
Em meu ponto de vista, tal programa visa introduzir nas escolas conceitos morais, de ética e cidadania, inerentes a todos os seres humanos, de modo que preparamos os educandos para situações corriqueiras do cotidiano, como conviver tranquilamente com as diferenças existentes no mundo, considerando as políticas de inclusão.
Vivemos em mundo bastante diferente, onde as pessoas pensam diferentes e possuem limitações diferenciadas.
A principal característica desse programa é a adesão voluntária de cada unidade escolar, que a partir da posse do material pedagógico especifico criará o Fórum Escolar de Ética e de Cidadania na escola, que será a entidade responsável pela organização e pelo funcionamento do programa.
O principal objetivo desse programa, em síntese, é a construção de uma escola melhor para todos, capaz de contribuir para o desenvolvimento do nosso país e de fornecer conhecimento a todos, sempre objetivando o bem-estar social de todos os cidadãos.
Acredito que tal programa fora um “tacada de mestre” do governo Federal, considerando a preocupação desses de buscar corrigir a origem do problema, além de buscar formas de amenizar as consequências.
Trabalhar com os alunos temas relacionados a ética e cidadania, tendo como plano de fundo a própria estrutura escolar, em minha opinião, é dar o primeiro passo para a construção de um mundo mais justo, igualitário e com muita compreensão, considerando as diferenças em todos planos, quais sejam, a social, racial, econômica e também a de acessibilidade, considerando o trabalho árduo da inclusão, de todas as formas.
Referências:
A Escola Paulo Freire
Disciplina: História da Educação II / Professora: Maria Inês Galvez.
Paulo Reglus Neves Freire
Paulo Reglus Neves Freire
Foi um educador e filosofo brasileiro. É considerado
um dos pensadores mais notáveis na historia da Pedagogia mundial. Nasceu no dia
19 de setembro de 1921 em Recife, Pernambuco. Aprendeu a ler e a escrever com
os pais, à sombra das árvores do quintal da casa em que nasceu. Tinha oito anos
quando a família teve que se mudar para Jaboatão. Aos 13 anos perdeu o pai e
seus estudos tiveram que ser adiados. Entrou no ginásio com 16 anos. Aos 20
conseguiu uma vaga na Faculdade de Direito do Recife. Foi um homem de ideias e
de uma prática renovadora progressista e democrática. O estudo da linguagem do
povo foi um dos pontos de partida da elaboração pedagógica de Paulo Freire,
para o que também foi muito significativo o seu envolvimento com o Movimento de
Cultura Popular (MCP) do Recife. Sua família fazia parte da classe média, mas
Freire vivenciou a pobreza e a fome na infância, durante a depressão de 1929,
uma experiência que o ajudou a construir seu revolucionário método
alfabetização.
Foi um dos
fundadores do Serviço de Extensão Cultural da Universidade do Recife e seu
primeiro diretor. Através desse trabalho elaborou os primeiros estudos de um
novo método de alfabetização, que expôs em 1958. As primeiras experiências do
Método Paulo Freire começaram na cidade de Angicos, no Rio Grande do Norte, em
1962, onde 300 trabalhadores foram alfabetizados em 45 dias. No ano seguinte,
foi convidado pelo presidente João Goulart para repensar a alfabetização de
adultos em âmbito nacional. O golpe militar interrompeu os trabalhos e reprimiu
toda a mobilização popular. Paulo Freire foi preso, acusado de comunista.
Foram 16 anos de exílio, dolorosos, mas também muito
produtivos: uma estadia de cinco anos no Chile como consultor da UNESCO no
Instituto de Capacitação e Investigação em Reforma Agrária, uma mudança para
Genebra, na Suíça em 1970, para trabalhar como consultor do Conselho Mundial de
Igrejas, onde desenvolveu programas de alfabetização para a Tanzânia e
Guiné-Bissau, e ajudou em campanhas no Peru e Nicarágua, em 1980, voltou
definitivamente ao país, passando a ser professor da PUC-SP e da Universidade
de Campinas (Unicamp). Freire tornou-se uma inspiração para a geração de
professores, especialmente da América Latina e na África.
A
sua pratica didática fundamentava-se na crença de que o educando assimilaria o
objeto de estudo fazendo uso de uma pratica dialética com a realidade, em
contraposição á por ele denominada educação bancaria, tecnicista e alienante: o
educando criaria sua própria educação, fazendo ele o próprio caminho, e não
seguindo um previamente construído. O educando criaria e seguiria o rumo de seu
aprendizado.
Etapas do método
Etapas do método
1- Etapa de Investigação: busca conjunta entre
professor e aluno das palavras e temas mais significativos da vida do aluno,
dentro de seu universo vocabular e da comunidade onde ele vive.
2- Etapa de Tematização: momento da tomada de
consciência do mundo, através da análise dos significados sociais dos temas e
palavras.
3- Etapa de Problematização: etapa em que o
professor desafia e inspira o aluno a superar a visão mágica e acrítica do
mundo, para uma postura conscientizada.
•O método As palavras geradoras: o processo proposto
por Paulo Freire inicia-se pelo levantamento do universo vocabular dos alunos.
Através de conversas informais, o educador observa os vocábulos mais usados
pelos alunos e a comunidade, e assim seleciona as palavras que servirão de base
para as lições. A quantidade de palavras geradoras pode variar entre 18 a 23
palavras, aproximadamente. Depois de composto o universo das palavras
geradoras, elas são apresentadas em cartazes com imagens. Então, nos círculos
de cultura inicia-se uma discussão para significá-las na realidade daquela
turma.
•A silabação: uma vez identificadas, cada palavra
geradora passa a ser estudada através da divisão silábica, semelhantemente ao
método tradicional. Cada sílaba se desdobra em sua respectiva família silábica,
com a mudança da vogal. (i.e., BA-BE-BI-BO-BU)
•As
palavras novas: o passo seguinte é a formação de palavras novas. Usando as
famílias silábicas agora conhecidas, o grupo forma palavras novas.
•A conscientização: um ponto fundamental do método é
a discussão sobre os diversos temas surgidos a partir das palavras geradoras.
Para Paulo Freire, alfabetizar não pode se restringir aos processos de
codificação e decodificação. Dessa forma, o objetivo da alfabetização de
adultos é promover a conscientização acerca dos problemas cotidianos, a
compreensão do mundo e o conhecimento da realidade social.
Paulo Freire morreu no dia 2 de maio de 1997, aos 76
anos de idade, em plena atividade de educador e de pensador. Paulo Freire dizia
que, enquanto a escola conversadora procura acomodar os alunos ao mundo
existente, a educação que defendia tinha a intenção de inquieta-los. Foi o
brasileiro mais homenageado da historia.
ALINE NUNES / FERNANDA RAMIRES E GENESSI SOUZA
Celestin Freinet
Olá Colegas!!!
Minhas colegas Carol Paludo, Su Rocha e eu apresentamos nosso trabalho sobre Celestin Freinet, da aula da História II, Professora Maria Inês, Pedagogia, 2° semestre!
Boa leitura!
http://www.slideshare.net/JulianaPrates2/celestin-freinet-13224646?from=share_email
Bjoss
Minhas colegas Carol Paludo, Su Rocha e eu apresentamos nosso trabalho sobre Celestin Freinet, da aula da História II, Professora Maria Inês, Pedagogia, 2° semestre!
Boa leitura!
http://www.slideshare.net/JulianaPrates2/celestin-freinet-13224646?from=share_email
Bjoss
domingo, 3 de junho de 2012
Boa noite meninas, meninos e professores!
Bom nosso trabalho (RAYSSA MATHOS E KETHÊRY FEANCO) foi realizado no dia 29/O5 na disciplina de História e Educação II, com a nossa queridíssima Professora Maria Inês Costa.
Nossa trabalho foi baseado na pesquisa sobre a vida do grande JEAN PIAGET, que melhorou os estudos sobre a Educação Infantil, com o auxílio dos Estágios de desenvolvimento cognitivo do ser humano.
Pedimos desculpas, mas os vídeos infelizmente não irão aparecer, pois o arquivo não permite.
Deixamos a seguinte dica: Coloque no YOUTUBE: Atividades de Jean Piaget ou Atividades Piagetianas. Que as mesmas irão aparecer e vocês poderão ver de perto estas etapas do desenvolvimento da criança, nas suas respectivas fases da vida.
** Segue abaixo o slide apresentado no dia da apresentação.
BOA LEITURA :)
E para as meninas que não estavam na aula no dia da apresentação nos procure (RAYSSA E KETHÊRY) para que possamos esta fornecendo os resumos e o adesivo com a frase do Piaget, como uma humilde lembrança pela paciência e compreensão da vida deste bom senhor que foi o Jean.
Abraços o/
Rayssa Mathos e Kethêry Franco - Alunas turno da noite/ 2º semestre 2O12
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