O ser humano só é verdadeiramente livre, quando de posse do seu conhecimento decide para onde quer conduzir a sua vida. No sentido de que conseguimos nos guiar na vida á partir do que sabemos, dos nossos conhecimentos e opnando pelos caminhos propostos.
Thame Alves de Sá.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Resenha do livro Pedagogia da autonomia- Paulo freire
Vemos a necessidade de respeito aos conhecimentos que o aluno traz para a escola. Os alunos são sujeitos que fazem parte da sociedade e têm toda uma bagagem histórica de vida. Tenho a idéia de que ensinar não é somente treinamento de determinadas habilidades ou desempenhos. Mas sim, saber também trabalhar as histórias dos alunos, por que isso faz parte da vida. Isto seria agir de uma forma ética, e que devemos buscar constantemente essa ética, a qual Freire fala de " ética universal do ser humano"(p.16), que é fundamental para o trabalho do professor. Entendo da ética como nosso modo de ser o tempo inteiro de forma individual ou em grupo. Da ética até de nossos pensamentos, de nossas idéias, o que pensamos sobre o outro, sobre a vida e o mundo.Freire fala que quando nos assumimos como sujeitos que busca algo, que decide situações, que têm opções para a vida com trajetórias históricas e que são transformadoras devemos nos assumir como sujeitos éticos. E esta mesma ética não pode seguir separada da prática educativa, não enfatizando em que nível trabalhamos, se com crianças, jovens ou adultos.Temos que trabalhar com a ética o tempo inteiro. Freire fala de ítens que considera fundamentais para a prática docente, nos instigando a criticar e acrescentar outros pontos importantes. Afirma que " não há docência sem discência" (p.23), penso que o professor-aluno não passam pela prática pedagógica um sem o outro. Até porque quando trocamos conhecimentos, mostramos como fazer, sempre estamos aprendendo e quano aprendemos ensinamos passando á diante. O professor não é superior, melhor ou mais inteligente, porque domina habilidades e que o aluno ainda que está em formação não domina, mas foi como o aluno desde o início de sua formação no processo da construção da aprendizagem. Segue sua análise colocando como profundamente indispensável o rigor metódico e intelectual que o educador deve avaliar em si próprio. Buscando os saberes e revendo de uma forma crítica, com questionamentos. Orientando a seguir essa linha metodológica de estudar e entender como as coisas funcionam no mundo. Relacionando com os conhecimentos obtidos com a própria realidade de vida, no seu meio social. Afirma que " não há ensino sem pesquisa nem pesquisa sem ensino"(p.32). Essa compreensão de pesquisar, buscar e compreender de uma forma crítica só acontece se o professor souber pensar. Desconfiando de nossas próprias certezas, nos questionando o tempo inteiro. Se o professor assim o faz, terá facilidade em desencadear em seus alunos o mesmo hábito. Pensar correto está relacionado também com o poder de intervir no mundo como seres históricos que fazem parte deste mundo. Ensinar para Freire necessita aceitarmos os riscos diante do novo, do que pode nos agregar e nào aceitarmos as variadas discriminações que afastam as pessoas em cor da pele, classe social e etc... . Temos possibilidades de intervir na realidade atual com o propósito de transformá-la. Nos remete a idéia da (p.59) que " ensinar exige respeito á autonomia do ser do educando" e que podemos relacionar com a frase da capa que diz" ninguém é sujeito da autonomia de ninguém". Podemos pensar na importância de sermos curiosos e com vontade de aprender, de chegar a algum lugar. Freire diz que " é preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache repousado no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano"(p.96). Vemos a necessidade de proporcionarmos para nós e para os outros momentos de experências , de buscas, de situações novas que são enriquecedoras para o ser humano. O professor precisa estar disposto a compartilhar eperiências, a dialogar, a fazer de suas aulas momentos de liberdade para os alunos se expressarem, e ser aberto para a compreensão dos interesses de seus alunos. É essencial gostarmos do que fazemos e dos alunos. Nos dedicando, nos doando, trocando experiências e incentivando a aprendizagem, um sentimento de prazer em ver o aluno descobrindo o conhecimento.A prática pedagógica têm a capacidade de nos despertar, estimular e desenvolver o gosto do crescimento do aluno. Sem a qual a prática educativa perde o sentido. Nessa obra, portanto, expondo os saberes que considera necessários á prática educativa, Paulo Freire nos mostra ao mesmo tempo que estimula a refletirmos sobre os modos pedagógicos de trabalhar. Podendo modificar o que acharmos necessário, melhorando o nosso rendimento e tendo a opção de opnar sobre o que vemos necessário para a prática com os alunos.
Thame Alves de Sá.
Thame Alves de Sá.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Processos Neurológicos e História da Educação II
Integração entre as disciplinas História da educação II e Processos Neurológicos
Este semestre cursei duas disciplinas do segundo semestre. Processos neurológicos e História da Educação II. Na disciplina de Processos Neurológicos, com a professora Simone Polleto, aprendemos sobre o que acontece no corpo biologicamente e fisiologicamente. Podemos fazer esta distinção e comparar como o nosso corpo e mente são fundamentais para a nossa existência como pessoas. Assim comecei a compreender como acontece a aprendizagem de uma criança que está em processo de formação de todo os sistemas que comandam o corpo. E quando fizemos a visita ao Museu de Ciências e Tecnologia da PUC, podemos ver de perto como nosso corpo funciona, conseguimos visualizar aquilo que estávamos lendo nos textos e explicações da professora. Na palestra da professora Circe sobre transtornos de déficit de atenção, hiperatividade e dislexia nós podemos visualizar o que acontece no cérebro quando há estes transtornos e o que devemos fazer se tivermos algum aluno com algum sintoma destas doenças. E com a leitura do livro indicado pela professora Simone para leitura, Sexo, Drogas, Rock’roll e Chocolate da autora Suzana Herculano, podemos saber um pouco mais sobre as experiências dos cientistas sobre aquilo que acontece no cérebro.
Já na disciplina de história da educação vimos sobre a história, à contribuição de vários autores, de textos estudados que foram fundamentais para a educação. De como Paulo Freire pode ter um olhar atual, sendo que ele escreveu seu livro há anos atrás, o que foi discutido em um seminário com a professora e colegas. Fizemos uma mesa temática, onde discutimos três textos, cada grupo ficou encarregado de falar sobre este texto e após discutimos sobre cada um. Compreendi que a Revolução de 1930 foi importante para a educação, pois nesta época foram feitas leis e criado o Ministério da Educação e secretarias que até hoje são fundamentais para que as leis vigorem. Foi muito interessante poder compartilhar isso com as colegas e a professora durante este semestre.
Juliane Proença
História da Educação II
Livro: Pedagogia da autonomia de Paulo Freire
Vi através de Paulo Freire que para ser um educador, não basta somente ensinar. Que é dever de um educador procurar sempre se aprimorar de seus conhecimentos. Que se deve ter garra, imaginação e vontade entre outras qualidades, para assim poder desenvolver um trabalho com seus alunos. Mas que tudo isso deve ser dosado para que seja devidamente utilizado.
Ensinar é prepara o caminho para a total autonomia de quem aprende, fazendo um cidadão consciente de seus direitos e deveres.
Cada profissional de educação deverá estar capacitado para exercer o papel de educador do futuro. Procurando a formação continuada fazendo cursos, participando de seminários e oficinas, pois assim teremos um profissional pronto para se adequar ao mundo tecnológico e aquele que não buscar isso será provavelmente engolido no memo.
Juliane Proença
Wallon na escola: humanizar a inteligência
Wallon levou não só o corpo da criança mas também suas emoções para dentro da sala de aula.
“A criança responde às impressões que as coisas lhe causam com gestos dirigidos a elas”
“O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”
Henri Wallon
Wallon na escola: humanizar a inteligência
Postado por Ana Paula Vasconcellos
“A criança responde às impressões que as coisas lhe causam com gestos dirigidos a elas”
“O indivíduo é social não como resultado de circunstâncias externas, mas em virtude de uma necessidade interna”
Henri Wallon
Wallon na escola: humanizar a inteligência
Diferentemente dos métodos tradicionais (que priorizam a inteligência e o desempenho em sala de aula), a proposta walloniana põe o desenvolvimento intelectual dentro de uma cultura mais humanizada. A abordagem é sempre a de considerar a pessoa como um todo. Elementos como afetividade, emoções, movimento e espaço físico se encontram num mesmo plano. As atividades pedagógicas e os objetos, assim, devem ser trabalhados de formas variadas. Numa sala de leitura, por exemplo, a criança pode ficar sentada, deitada ou fazendo coreografias da história contada pelo professor. Os temas e as disciplinas não se restringem a trabalhar o conteúdo, mas a ajudar a descobrir o eu no outro. Essa relação dialética ajuda a desenvolver a criança em sintonia com o meio.
Postado por Ana Paula Vasconcellos
História da Educação II
Pedagogia da Autonomia
O livro de Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia faz com que os docentes reflitam no modo em que atuam dentro das escolas.
Para o pedagogo o aluno é um ser social e histórico, Freire diz que o aluno faz parte da história do lugar onde está inserido na sociedade, ou seja, “a história é tempo de possibilidades e não de determinismo” (p. 21), com isso pude entender que o aluno é a história do futuro escolar.
O livro refere-se ao modo em que devemos tratar o aluno dentro da escola. O aluno quando entra na escola necessita de respeito ao conhecimento que esta levando para dentro do ambiente escolar, pois “formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas” (p. 15).
Freire diz que temos que ser ético. Para ele o docente tem que assumir uma postura que ele denomina “ética universal do ser humano” (p. 16), está ética é essencial para o trabalho docente.
Em sua análise faz com que seus leitores fiquem intrigados, e tenham vontade de fazer críticas com está leitura. Ele inicia assim “não há docência sem discência” (p. 23), pois “quem forma se forma e re-forma ao formar, e quem é formado forma-se e forma ao ser formado” (p.25). Com isso deixa claro que o ensino não é exclusivamente do professor e a aprendizagem não é apenas do aluno. . “Não há docência sem discência, as duas se explicam, e seus sujeitos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto, um do outro. Quem ensina aprende ao ensinar, e quem aprende ensina ao aprender” (p. 25).
Com isso justifica o pensamento de que o professor não é superior ao aluno, mas sim participa do processo de construção de conhecimentos do aluno.
Freire segue sua análise colocando que o educador deve seguir a linha de pesquisador, ou seja, ser um sujeito curioso, que busca saber e assimila de uma forma crítica, com questionamentos, e orienta seus educandos a seguirem esta linha de conhecimento. Afirma que “não há ensino sem pesquisa nem pesquisa sem ensino” (p. 32). O professor só saberá pesquisar, buscar compreender e criticar se souber pensar.
Para Freire este saber pensar é duvidar de suas próprias certezas, questionar suas verdades. O professor que pensa certo mostra ou faz transparecer para seus alunos este modo de saber, faz com que seus alunos conheçam este modo de desenvolver seus conhecimentos e a vontade de aprender. (...) Ensinar, aprender e pesquisar lidam com dois momentos: o em que se aprende o conhecimento já existente e o em que se trabalha a produção do conhecimento ainda não existente (p.31).
Para o pedagogo ensinar exige que não haja nenhum tipo de descriminação de raça, classes... Acima de tudo, ensinar exige respeito á autonomia do ser do educando. O importante é que o professor e aluno sejam ou melhor tenham curiosidade em pesquisar, fazer seminários para desenvolver seus conhecimentos .“É preciso, indispensável mesmo, que o professor se ache repousado no saber de que a pedra fundamental é a curiosidade do ser humano” (p. 96). O professor tem que estar preparado para fazer experiências e buscas com seus alunos para que eles possam obter conhecimentos. Para estar vinculado neste meio de conhecimentos, o profissional deve gostar de seu trabalho e de seu educando.
O livro de Paulo Freire é de uma leitura bastante complexa, mas com grande conteúdo e faz com que nós que estamos na área da educação refletir sobre nossa maneira de agir com nossos alunos, mostra que devemos passar para os alunos os conhecimentos que nós temos e com isso fazer com que eles consigam construir seu próprio conhecimento.
Aluna: Patricia Lucas de Vargas
Assinar:
Postagens (Atom)