quinta-feira, 29 de novembro de 2012
ALUNAS: Fernanda
Assis, Ana Paula, Vanessa Nunes, Luana W.
DISCIPLINA: História
da Educação II
Professor: José Luis
Trabalho feito em
aula, sobre o CAPITULO 9, Século XIX- a educação nacional
O fenômeno da urbanização
acelerada, decorrente do capitalismo industrial, criou forte expectativa com
respeito à educação, pois a complexidade do trabalho exigia melhor qualificação
da mão de obra.
Na
Inglaterra, por tradição o Estado tinha pequena intervenção, e a educação
continuou como função da sociedade civil, onde as Igrejas ou fundações particulares
subvencionavam.
A
partir de 1830 o Estado implantou medidas para exercer maior controle sobre o
ensino público, que de início foram frequentadas por crianças das classes
ricas. Em meados do século XIX, auxiliou essas escolas e pronuncio-se sobre a
obrigatoriedade do ensino e a exigência de gratuidade.
O
socialista utópico Robert Owen (1771-1858), impressionado com as condições de
vida dos operários ingleses, fundou escolas para os filhos dos trabalhadores, a
escola dominical.
Com
o crescimento industrial, a sociedade necessitava da ampliação da
alfabetização, e surgiram diversas propostas. Bell(1753-1832) e Lancaster
(1778-1838), aplicaram o ensino mútuo,
ou sistema monitoral, onde o professor não ensina todos os alunos, mas prepara
apenas os melhores que por sua vez atendem a grupos de colegas. Para que o
sistema funcionasse, havia rígida disciplina. Esse processo barateava os
custos, os resultados não eram os melhores, já que os monitores eram escolhidos
entre os alunos. Assim comenta a professora Maria Helena Camara Bastos: “As
críticas formladas ao método monitorial/mútuo centram-se na incompetência dos
monitores, na maioria das vezes incapazes de fornecer explicações
complementares, ou de adaptar-se ao nível de compreensão de seus colegas.”
Em
todo caso, a ideia entusiasmou muita gente por algum tempo, também ora da
Inglaterra, como na França, nos Estados Unidos e inclusive no Brasil, onde
várias leis de diversos estados estimularam a adoção do método ensino mútuo ou
monitoral, durante o período monárquico.
Aluna: Fernanda Assis de Souza
Disciplina: Políticas Educacionais I
Conclui após a leitura do
texto que direitos humanos são direitos e liberdade básica de todos os seres
humanos, podendo se estender a liberdade de expressão e pensamento.
O texto mostrou a
constituição de 1988, que consagrou a tarefa de educar e ser educado, porém
precisa ter a colaboração tanto da sociedade, quanto do Estado, para que os
direitos humanos fundamentais poderem alcançar a efetividade. Tanto que na
declaração Universal, que a carta brasileira nos fala, que a educação é direito
de todos e dever do Estado e da família, tem que ter a colaboração da sociedade
para o desenvolvimento do sujeito, exercendo a cidadania.
Então com base no texto
existem três fatores que são; direitos humanos, cidadania e a educação, que
poderá fazer com que tenhamos um Estado Democrático. Pois teremos então o
exercício dos direitos e liberdades fundamentais decorrentes da condição do ser
humano.
A educação em direitos
humanos tem por princípios passar a ética fundamental, orientando as ações das
gerações presentes e futuras, sempre visando reconstruir os direitos e a
cidadania no país.
E tenho a percepção que para
termos uma cidade, um município, um país... constituídos fortemente, com uma
boa educação, não podemos deixar nunca de passarmos os valores corretos aos alunos,
pois dentro da sala de aula, não é só a função de passar conteúdo que cabe a um
educador, e sim passar lições de moral e ética, tentando sempre construir
cidadãos mais coerentes e bem instruídos.
Trabalho realizado pela aluna Nailde Lima de Almeida, sobre o tema Cidadania, na cadeira de Políticas Educacionais I:
Cidadania, conceito de que
os deveres e direitos devem ser exercidos pelos cidadãos, porém as pessoas
parecem não serem educadas para exercê-la de maneira correta.
Exemplo disso são os
políticos, eles fazem as leis, mas não cumprem o que está determinado por eles
mesmos, agem de uma forma errada sem pensar que um dia eles poderão ser
julgados e até mesmo condenados por irregularidades.
A questão da universalidade
do voto tratou de inserir mais pessoas como aptos a votar, concedendo o direito
do voto aos semi analfabetos e classes ditas errôneamente como desabilitadas,
mas não tratou de formar essa massa
populacional em exercedores efetivos do voto, a começar por ser condição
obrigatória votar e de outro modo, não favorece o conhecimento dos candidatos pela
população, candidatos que por seu turno, também são despreparados para o
exercício de cargos públicos. Outro agravante, é a representatividade do voto
por estados (peso do voto) os estados do norte e nordeste sendo pequenos e em
maioria representam mais em número de representantes, não se levando em conta o
número populacional, limita assim, a representatividade de estados do centro
oeste e sul do país mais populosos.
Fernando Collor de Melo foi
eleito Presidente do Brasil, e embora fosse vinculado as elites políticas mais
tradicionais ficou pouco no poder pelas denúncias contra ele, e assim a maioria
da população brasileira se uniu e pediu seu afastamento, isto foi um ato de
cidadania. Porém ninguém fala naquilo que ele fez de bom em seu mandato, que
foi acabar com os Marajás, isso prejudicou aqueles que sentiam-se poderosos
principalmente no serviço público.
A corrupção se alastra de
forma assustadora, meios políticos e forças de guarda da cidadania - militares
e civis são mantidas de forma segmentada pelos estados de forma divergente da
sua real função, com o fim precipuo de não oferecer os serviços da função para
que vieram, dirigindo-se muitas vezes para a criminalidade.
Poucas iniciativas surgem de
uma população ainda caracterizada por poucos abastados dominadores e detentores
da renda nacional, e a maioria da população dominada pela baixa renda e
dificuldade ao que é básico, como: ensino e saúde, princípios básicos da carta
magna de 1988. Em resumo, a massa populacional não encontra respaldo para
reinvindicar seus direitos, por falta de conhecimento dos mesmos ou por medo de
represália ao exercê-los. Isso forma uma roda-viva de dominadores e dominados,
a elite burguesa dominadora se resguarda em sua redoma de proteção, e o cidadão
comum não se desvencilia da sua condição desfavorecida, baixa renda,
dificuldade de acesso à formação justamente por baixo recurso financeiro. Essa
roda-viva é retroalimentada constantemente evitando a quebra de seu círculo
vicioso que podemos chamar de: Roda-viva da manutenção do cabresto da evolução
do país.
A Cidadania é um direito de
todos, porém falta a educação como principal referência do indivíduo, educação
essa, que deve ser dada em casa e tem a mesma continuada na escola.
O Brasil é um país de
pessoas inteligentes, tanto para o bem como para o mal, mas parece que os
governantes não estão interessados em fazer algo para reverter o mal, como por
exemplo, combater o tráfico de drogas, pois todos sabem que a droga hoje é
considerada como sendo a vilã dos homicídios, roubos, assaltos, entre outros.
Precisamos de políticas
educacionais, onde o professor ao chegar na escola tenha a liberdade de falar e
mostrar aos alunos o que faz a droga no cérebro do indivíduo, e que mal faz.
Também os Direitos Humanos deveriam atuar nas escolas, dando palestras e
mostrando o caminho certo para esses indivíduos se tonarem uns verdadeiros
cidadãos do amanhã.
Estamos em época de Campanha
Política, mas na verdade não se ouve falar em campanha contra as drogas,
deveria ser vinculada na tv de forma gratuíta nos intervalos principalmente de
novelas, que é uma das programações mais
assistidas pela população, e seria um ato de ciadadania.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
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